- Ressentimento versus Amor-próprio
- Espiritualidade no Trabalho
- Relacionamentos Amorosos – fuga de versus retorno a nós mesmos
Ressentimento versus Amor-próprio
Foi em Portugal que me iniciei no Caminho de Serviço como palestrante… Um pouco depois de vir para cá de novo morar (em finais de 2007), inspirei-me na criação desta Palestra quando estive por Tomar durante cerca de um mês e meio. O seu poder de consciencializar e inspirar à mudança é de tal forma forte que acabei dando-a 27 vezes… Tudo indica que há que continuar, e, para o efeito, convites são muito benvindos!
Foi até aqui dada em Lisboa na Galeria Matos Ferreira, no Centro de Luz Yoga Ashram, no Terapias do Amor e da Alegria (por duas vezes) e no Espaço Yoga do Restelo; em Sintra na Quinta dos Lobos, na Quinta da Regaleira, na Villa das Rosas e no Zen & Terapias (Malveira); em Carcavelos no Harmonizando; no Monte Estoril no Despertar; na Quinta do Anjo no Espaço Lótus; em Montemor-o-Novo no Espaço da Estela; em Faro no Círculo de Sophia e na Energia da Saúde; no Porto no Espaço Divinos (por três vezes), no Namasté e no Espaço Gaya; em Vila Nova de Famalicão no Espaço Yogin; em Viseu na Casa da Ganga e, por duas vezes, no Centro ForPsi; em Tomar no Instituto Paradisia. Recentemente realizou-se em Ribamar (Lourinhã) na Casa do Sol.
Foi também dada na X Conferência Internacional da EUROTAS – Associação Transpessoal Europeia, realizada em Outubro de 2008 em Barcelona.
A sinopse usada para a divulgação desta Palestra é:
Por mais que pense que não tem ou que não guarda ressentimentos em relação a alguém (e em particular aos seus pais), o melhor é vir confirmar isso, já que o ressentimento – esse grande impedidor do resgate do amor-próprio e causador de mal-estar físico (que pode até conduzir a doenças terminais) – influencia e interfere em tudo na sua vida. Nestas 2h de palestra, poderá aumentar consideravelmente a consciência de si e receber orientações úteis e práticas para o incremento do seu bem-estar interior. A palestra ‘vale por si’ e é fortíssima em termos do impacto que tem sobre a consciência de cada pessoa (…)
Outra Palestra, que me inspira muitíssimo dar também, e que reflecte, tal como a anterior, a minha própria experiência, tem como título e sinopse:
Espiritualidade no Trabalho
Sentir o espírito no trabalho implica escolha e vontade próprias, ter prazer e aprender com tudo aquilo que nesse contexto se faz e acontece e com todas as pessoas com as quais interagimos de algum modo. Ao conhecermos e usarmos as nossas qualidades inatas, com entrega e consciência, vamos gradualmente sentindo que somos únicos no modo de Servir a Família Humana e o Planeta, e o quão importante é que todos nós estejamos a fazer aquilo que nascemos para fazer, verdadeiramente…. A Espiritualidade no Trabalho traz um forte sentimento de se estar a ser útil a cada momento – e tal como se é – apenas interessando e fazendo-se por comunicar aberta e amorosamente com as outras pessoas e até prosseguir propósitos de vida comuns com várias delas.
Caso sinta insatisfação e desmotivação naquilo que faz, no seu trabalho actual, não saiba o que ‘nasceu para fazer’, quais são as suas vocações e/ou os seus sonhos; sinta frustração, ausência de ideias e de inspiração e tenha medo de falar e agir (em prol da mudança), saiba que há vias para transformar isso e que precisa apenas de saber quais e segui-las! A intuição ajuda; esta Palestra também!
Eis os temas abordados:
- O que é “Espiritualidade no Trabalho” e o que a bloqueia, a impede de se manifestar – influências e consequências de condicionalismos e memórias trazidos da infância & adolescência
- Situação actual dos/as participantes – em que trabalham, o que sentem, o que querem mudar/desenvolver, etc.
- Problemas comuns nas relações com colegas e clientes e com o fluxo (dar/receber) da abundância – o que nos reflectem sobre o nosso próprio estado interno e motivações de base; o que fazer para nos sentirmos mais livres (de medos e inseguranças), inspirados/as, criativos/as e úteis e com cada vez mais harmonia & paz internas e externas
- Qualidades inatas e sonhos por realizar – identificação, resgate e manifestação
- Inteligência Espiritual (IEs) e Serviço – o Trabalho para o Qual Nascemos – revisão conclusiva das manifestações de IEs e de se estar a cumprir o Propósito de Vida/Missão
Foi dada no Hitam em Oeiras (a 17/06/10) e na 6ª Edição do “Alternativas em Sintra”, que decorreu de 27 a 29 de Maio de 2011.
Mais convites benvindos!
A terceira Palestra que criei e que representa de certo modo uma continuidade ao tema tratado na primeira, é a seguinte:
Relacionamentos Amorosos * fuga de versus retorno a nós mesmos
Pode-se estar num relacionamento por um bom tempo ou até a vida toda sem se aproveitar e perceber qual a sua verdadeira função para o nosso crescimento pessoal, como se pode ‘andar’ de relação em relação e ir aprendendo muito ao sentir-se que cada pessoa nos reflecte sempre algo de/em nós mesmos/as e o que precisamos de mudar, nutrir ou desenvolver para o resgate dos nossos Amor-próprio e poder pessoal.
A maioria dos relacionamentos é porém disfuncional e não cumpre o seu sublime propósito: Inter-aprendizagem e crescimento mútuo, com cada elemento consciente de que é completamente responsável por tudo o que sente e atrai tanto antes como durante e após o relacionamento com alguém.
Uma experiência contrária a esta tem sido em geral a vigente, enfim, com mecanismos de defesa (projecções, deslocamentos de raiva e ressentimento, etc.), expectativas, apegos, controle, ciúme, exigências, etc. contaminando o enorme potencial que o (re-)encontro de duas pessoas contém em si…
Nesta Palestra de 2h, averiguamos tanto o que nos faz fugir de como o que nos faz retornar a nós mesmos – especialmente no contexto de um relacionamento íntimo conjugal, e lembramo-nos do grande valor que tem também o tempo de estar só, em relação profunda e inevitável consigo mesmo, destacando-se a sua importância por nos permitir verificar que padrões negativos ainda se mantêm por transmutar em/por nós e qual o grau de influência das nossas infância e adolescência ainda presente (carências, inseguranças, medos e dependências, por exemplo), assim como pôr em prática com/em nós mesmos tudo aquilo que achámos que até então só poderia vir de outras pessoas (admiração, atenção, valorização, respeito, cuidado, reconhecimento, protecção, segurança, criatividade, inspiração, estímulo, prazer, companhia, paz, etc.).
Foi até aqui dada na Malveira - Zen & Terapias (a 18/12/2010), em Lisboa – Espaço Tuatha (a 14/01/2011), em Cascais – Art for All (a 15/01/11), no Atelier Cores da Alma (a 26/02/11), em Vila do Conde e na Casa do Sol (a 22/09/11), em Ribamar/Lourinhã. Mais convites benvindos!








